domingo, 16 de novembro de 2008

Coração arrancado


Alguém me arrancou o coração do peito
Deixou-o à deriva e, assim, perdi parte de mim
Criei barreiras que nao deixam sair nem deixam entrar
Sem jeito de nada, eu existo apenas numa existência
Nada mais que isso
Não vivo, porque viver... viver implica ter alma
E eu perdi a minha, quando perdi o meu coração
Agora vagueio, arrasto-me, deambulo
Fechada ao mundo pois o mundo já há muito se fechou para mim
Ainda assim, espero ainda um dia encontrar a minha outra parte
E aprender a viver!

6 comentários:

Tozé Franco disse...

Há sempre um porto de abrigo, onde podemos aportar...
Um beijo.

Ferreira disse...

Tarja, muitos parabéns pelo blog.

beijo

Teresa disse...

Olá Minha Doce Borboleta.
Gostei muito de vir aqui ao teu blog.Desda vez, foi só de fugida, mas prometo vir visitar mais vezes.
Gostei deste "pensamento". Todos nós numa altura da nossa vida sentimo-nos um puco assim. ´Mas o que importa é andar, sempre, não parar, nem que seja arrastar...
TUDO TEM SOLUÇÃO!!!!
Beijo grande
Teresa Oliveira ( Autism awareness)

Mithrain disse...

Ola Teresa :)
Fico mesmo contente por me ter vindo visitar. Espero encontra-la aqui mais vezes!
Beijinho,
Mariana

micha disse...

Ainda bem que há amigos "cardeológicos" que não hesitam fazer tudo para que oum novo coração bate com coragem e em segurança. Kuss, micha

Carlos Kurare disse...

Olá!

Por favor, pode me informar o nome dessa música que toca no seu blog,ou enviar-me um link do youtube com ela presente?

Obrigado!


“Saudade é o sumo que sai quando sua lembrança me espreme o coração”
Carlos Kurare